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quarta-feira, 3 de maio de 2017

Uso da Crase



A palavra crase é de origem grega e significa "fusão", "mistura". Na língua portuguesa, é o nome que se dá à "junção" de duas vogais idênticas. Na maioria das vezes, um a preposição com um a artigo. 
No português, marcamos a crase com o acento grave (`).

Para entender melhor:

Obedecemos ao regulamento.
( a + o )

Não há crase, pois o encontro ocorreu entre duas vogais diferentes.

Obedecemos à norma.
( a + a )

Há crase, pois temos a união de duas vogais iguais ( a + a = à )


A junção da preposição a com o pronome demonstrativo feminino a, as, ou com o a de aquele, aquela, aqueles, aquelas, aquilo, a qual  e as quais é marcada pela crase.

Observe:

Deu o livro àquele garoto.

Aquele garoto recebeu o livro.

Deu o livro a alguém.

Verbo transitivo direto e indireto pede a preposição a.

Analise, agora, os exemplos a seguir. 

Exemplo 1. 

Vou à igreja. 

Vou a algum lugar. 

Este lugar é a igreja. 

Neste exemplo, temos a ocorrência da preposição "a", exigida pelo verbo ir (ir a algum lugar) e a ocorrência do artigo "a" que está determinando o substantivo feminino igreja.

Exemplo 2

Conheço a aluna. (Conheço alguém). 

O verbo conhecer NÃO pede a preposição a

A aluna que conheço chegou. 

Não há crase porque no exemplo há apenas artigo, não há preposição.


Refiro-me à aluna. (Refiro-me a alguém). 

O verbo referir pede a preposição a. O substantivo feminino “aluna” pode ser antecedido do artigo a.

No primeiro exemplo, o verbo é transitivo direto (conhecer algo ou alguém), por isso não exige preposição e a crase não pode ocorrer. No segundo exemplo, o verbo é transitivo indireto (referir-se a algo ou a alguém) e exige a preposição "a". Portanto, a crase é possível, desde que o verbo admita a preposição “a” e o termo seguinte seja feminino e admita o artigo feminino "a" ou um dos pronomes já especificados.

Exemplo 3

Fui à Bahia.

Houve crase porque:

Bahia é um substantivo que admite ser antecedido pelo artigo “a”:

A Bahia é um estado maravilhoso.

O verbo “ir” exige a preposição “a”:

Fui a esse estado.


Exemplo 4 

Falou a verdade à colega. 

Falou a alguém 

Falou a verdade 

SEMPRE haverá crase.


1) Antes de palavras femininas que se ligam a verbos ou nomes regidos da preposição a

Vou à escola. 

Prefiro minha casa à (casa) de Rita.


2) Antes de palavra masculina que subentenda a presença de uma palavra feminina que se liguem a verbo ou nome regidos da preposição a

Irei amanhã à Rádio Interativa. (Irei amanhã à estação da Rádio Interativa).


3) Antes de numeral cardinal que indique horas (a palavra horas está implícita): 

Irei às sete horas amanhã. 

Estarei no evento às vinte e uma horas. 

Observação: - com a preposição "até", a crase será facultativa. 

Exemplo: 

Dormiram até as/às 14 horas.


4) Em locuções adverbiais, conjuntivas ou prepositivas formadas por palavras femininas: 

Adverbiais: às pressas, à tarde, à noite, à toa, às escondidas, à força, às cegas... 

Ex: Saiu às pressas. 

Conjuntivas: à proporção que, à medida que... (Exceção: a prestação.) 

Ex: Ele suava à proporção que corria. 

Prepositivas: à falta de, à espera de, à vista de, à beira de... 

Ex: Ele estava à beira de cometer uma loucura. 

Outros exemplos:

à chave
às ocultas
às pressas
à escuta
às claras
à imitação de
à vontade
à beça
à larga
às avessas
à revelia
à exceção de
à esquerda
às turras
às vezes
à direita
à procura
à deriva
à luz
à sombra de
à frente de
à semelhança de
às ordens
à beira de

5) Antes da palavra distância Se a palavra distância estiver especificada ou determinada (antecedida do artigo a), a crase deve ocorrer.

Sua casa fica à distância de 100 quilômetros daqui. (A palavra está determinada.) 

Todos devem ficar à distância de 50 metros do palco. (A palavra está especificada.) 

Se a palavra distância não estiver especificada, a crase não pode ocorrer. 

Os militares ficaram a distância. 

Ensinou a distância. 

Observação: por motivo de clareza, para evitar ambiguidade, pode-se usar a crase. 

Gostava de fotografar à distância. 

Ensinou à distância.

6) Antes de palavras femininas que permitam a troca do a por: para a(s), na(s), pela(s) e com a(s). 

Dei uma flor à menina. (Dei uma flor para a menina.) 


7) Diante da palavra "moda", com o sentido de "à moda de" (mesmo que a expressão moda de fique subentendida): 

O jogador fez um gol à (moda de) Pelé. 

Usava sapatos à (moda de) Luís XV.

Casos ESPECIAIS


1) Crase antes de casa.

A palavra casa, no sentido de lar, residência própria da pessoa, se não vier determinada por um adjunto adnominal não aceita o artigo, portanto não ocorre a crase.
Por outro lado, se vier determinada por um adjunto adnominal, aceita o artigo e ocorre a crase.

Ex: Volte a casa cedo. (preposição sem artigo)

Volte à casa dos seus pais.

(preposição + artigo)
(adjunto adnominal)


2) Crase antes da palavra terra.

A palavra terra, no sentido de chão firme, tomada em oposição a mar ou ar, se não vier determinada, não aceita o artigo e não ocorre a crase.

Ex: Já chegaram a terra. (preposição sem artigo)

Se, entretanto, vier determinada, aceita o artigo e ocorre a crase.

Ex: Já chegaram à terra dos antepassados. (preposição + artigo - adjunto adnominal)

3) Crase antes dos pronomes relativos.

3.1) Antes dos pronomes relativos quem e cujo não ocorre crase.

Ex:

Achei a pessoa a quem procuravas.

Compreendo a situação a cuja gravidade você se referiu.

3.2) Antes dos relativos qual ou quais ocorrerá crase se o masculino correspondente for ao qual, aos quais.

Ex:

Esta é a festa à qual me referi.

Este é o filme ao qual me referi.

Estas são as festas às quais me referi.

Estes são os filmes aos quais me referi.


4) Crase depois da preposição até.

Se a preposição até vier seguida de um nome feminino, poderá ou não ocorrer a crase. Isso porque essa preposição pode ser empregada sozinha (até) ou em locução com a preposição a (até a).

Ex:

Chegou até à muralha.
(locução prepositiva = até a)
(artigo = a)

5) Crase antes do que.

Em geral, não ocorre crase antes do que.

Ex:

Esta é a cena a que me referi.

Pode, entretanto, ocorrer antes do que uma crase da preposição a com o pronome demonstrativo que necessita de artigo feminino (equivalente a aquela).

7) Crase com o pronome demonstrativo "a

A ocorrência da crase com o pronome demonstrativo "a" pode ser detectada pela substituição do termo regente feminino por um termo regido masculino. 

Ex: 

Minha revolta é ligada à do meu país. 

Meu luto é ligado ao do meu país. 

As orações são semelhantes às de antes. 

Os exemplos são semelhantes aos de antes.


Crase FACULTATIVA 

1) Antes de nomes próprios femininos: 

Entregarei o livro a Carmem amanhã (ou à Carmem). 

Escrevi a Martha Medeiros, autora do meu livro preferido (ou à Martha Medeiros). 


2) Antes de pronome possessivo feminino singular: 

Diga a sua mãe que ligarei mais tarde (à sua mãe). 

Oferecemos gratidão a nossa professora (ou à nossa professora).


NÃO haverá crase: 

1) Antes de palavra masculina (substantivos masculinos): 

Pintura a óleo.

Entrega a domicílio.

O “a” nesses exemplos é preposição.


2) Antes de verbo: 

Estava a dançar na pista. 

Passara a dedicar-se mais aos estudos.  

O “a” nesses exemplos é preposição.


3) Antes do artigo indefinido uma: 

Já assistiu a uma peça teatral? 

Pergunte a uma professora.

O “a” nesses exemplos é preposição (não é possível a estrutura prep. + artigo def. + artigo indefinido).


4) Antes de palavra no plural: 

Não vou a cerimônias públicas. 

Não vou a lojas em minha cidade.  

O “a” nesses exemplos é preposição (não é possível a estrutura prep. + artigo def. + artigo indefinido).


5) Antes de pronome pessoal e de tratamento: 

Este livro é dedicado a você. 

Quero demonstrar meu respeito a Vossa Senhoria.


Observações:

i. Há três pronomes de tratamento que aceitam o artigo e, obviamente, a crase: senhora, senhorita e dona.

Dirijo-me à senhora.

ii. Haverá crase antes dos pronomes que aceitarem o artigo, tais como: mesma, própria...

Eu me referi à mesma pessoa.


6) Antes de numeral cardinal (exceto para horas): 

A cidade fica a duas léguas do centro.



7) Antes de pronome demonstrativo, indefinido, relativo ou interrogativo: 

Ofereci minha atenção a esta moça, mas ela não quis. 

Ela é a única a quem devo explicações. 

Não direi nada a ti.


8) Antes de nome de lugar que não necessite de artigo: 

Voltarei a Roma em dezembro.  

Roma é uma cidade Linda. 

Voltarei à Bahia em dezembro. 

 A Bahia é um estado lindo.


Observação

Alguns nomes de lugar não admitem a anteposição do artigo "a". Outros, entretanto, admitem o artigo, de modo que diante deles haverá crase, desde que o termo regente exija a preposição "a".
Para saber se um nome de lugar admite ou não a anteposição do artigo feminino "a", deve-se substituir o termo regente por um verbo que peça a preposição "de" ou "em". A ocorrência da contração "da" ou "na" prova que esse nome de lugar aceita o artigo e, por isso, haverá crase. 

Exemplo: 

Vou à França. (Vim da França. Estou na França.)


9) Entre palavras repetidas: 

Estive cara a cara com ele.


Como saber se devo empregar a crase?

Há duas maneiras de verificar a existência de um artigo feminino "a" (s) ou de um pronome demonstrativo "a" (s) após uma preposição "a": 

1. Colocar um termo masculino no lugar do termo feminino em relação ao qual se está em dúvida. Se surgir a forma ao, ocorrerá crase antes do termo feminino.

Exemplos:

Conheço "a" aluna. / Conheço o aluno. 

Refiro-me ao aluno. / Refiro-me à aluna.


2- Trocar o termo regente acompanhado da preposição a por outro acompanhado de uma preposição diferente (para, em, de, por, sob, sobre). Se essas preposições não se contraírem com o artigo, ou seja, se não surgirem novas formas (na (s), da (s), pela (s),...), não haverá crase.

Exemplos: 

Penso na aluna. 

Apaixonei-me pela aluna.



REFERÊNCIAS:

PATROCÍNIO, Mauro Ferreira do. Aprender e praticar gramática: volume único. São Paulo: FTD, 2011.

ABAURRE, Maria Luiza M. Gramática: texto - análise e construção de sentido: volume único. 2ª. ed. – São Paulo: Moderna, 2010.

http://brasilescola.uol.com.br/gramatica/crase.htm

http:// coladaweb.com/portugues/uso-da-crase-quando-ha-ou-nao-crase

http://.infoescola.com/portugues/crase/

https://leniomar.wordpress.com/dicas-de-gramatica/regras-da-utilizacao-da-crase/

http://portugues.uol.com.br/gramatica/o-uso-crase-.html

http://soportugues.com.br/secoes/sint/sint76.php

http://soumaisenem.com.br/redacao/lingua-e-linguagem/crase

http:// tudosobreconcursos.com/materiais/portugues/crase-regras














Dica de Interpretação de Textos - Fundamental II

Leia o texto e responda às questões:

A Importâncias das Línguas



Atualmente são faladas no mundo mais de cinco mil idiomas. Muitos desses idiomas podem desaparecer.
Uma língua morre quando não existe mais um grupo que a utiliza como principal meio de comunicação. Isso geralmente acontece quando um povo domina o outro, impondo a ele o seu idioma, ou quando um grupo se dissolve e as pessoas que falam a língua do grupo acabam morrendo sem transmiti-la a seus descendentes.
O desaparecimento de uma língua pode ser comparado à extinção de algumas espécies de animais e de plantas. Toda a humanidade sofre prejuízos.
Cada um dos idiomas pode mostrar tudo que um povo aprendeu durante um longo tempo. Por exemplo, os esquimós vivem cercador de gelo – até suas casas são feitas de gelo. Para sobreviver, tiveram de aprender muitas coisas sobre o gelo. E descobriram que ele passa por várias modificações: apresenta vários estados em várias situações. Para cada um dos estados do gelo, foram dando um nome diferente. Por isso, enquanto nós temos apenas uma palavra para designar o gelo, os esquimós têm inúmeras.
Outros povos, como os índios, sabem muito sobre as plantas e as matas. Seus idiomas são repletos de palavras para expressar esse conhecimento. E – para ficar num só exemplo – utilizando esse conhecimento, poderíamos descobrir remédios para doenças até hoje incuráveis.
Muitas vezes, os índios, em contato com o homem branco, acabam por abandonar o seu idioma. Se as palavras da nova língua não forem suficientes e adequadas para expressar todo o seu conhecimento, muita informação deixa de ser transmitida.
Esses são só dois exemplos. Se você pensar que cada idioma expressa tudo o que um povo pensa, sente e descobre, pode perceber quanto conhecimento perdemos quando uma língua desaparece.


1. Segundo o texto, quantos idiomas são falados atualmente no mundo? 

Mais de cinco mil idiomas.

2. Geralmente, em que situação uma língua deixa de existir? 

Uma língua deixa de existir quando um povo conquista outro ou quando um grupo se dissolve

3. Por que os esquimós tiveram que aprender muitas coisas sobre o gelo? 

Porque esta aprendizagem era necessária à sua sobrevivência, uma vez que vivem cercados por gelo.

4. Por que os idiomas de tribos indígenas estão repletos de palavras para designar plantas e matas? 

Porque os índios conhecem muito sobre plantas e matas.

5. Por que a humanidade sofre quando um idioma morre? 

O conhecimento adquirido por um povo pode também perder-se com o desaparecimento da língua. 

6. O que acontece quando os índios passam a falar somente a língua dos brancos? 


Sua língua nativa pode desaparecer e muito conhecimento se perder. 


Produção e Leitura de Textos: Do tédio ao prazer



Por muito tempo só se pensou em realizar a aula de produção textual e o de leitura dentro da sala de aula, ou até mesmo, se o professor fosse um pouco mais criativo, na biblioteca. Porém, isso pode ser considerado um grande tédio por boa parte dos alunos.
Pensando nisso, e incorporando a esse nosso mundo, o qual é cercado por tecnologia, que tarefas simples em sala de aula ganham espaços em muitos outros lugares; tais espaços voltados a cultura são os da literatura e cibercultura – novos letramentos.
Tal iniciativa de união do real (sala de aula) com o virtual (redes sociais etc.) serviu-nos de incentivo e alegria. Tantas ideias inovadoras, um leque de oportunidades e novas ares para se trabalhar em sala. E, por que não trazer um pouco da realidade tecnológica para sala de aula, que muitas das vezes ainda está presa à padrões obsoletos, da época de nossos pais? Sim, podemos realizar isso e, desta maneira, sentimo-nos extremamente motivados para realiza-los já.
Desta forma, podemos, assim, aliar as leituras feitas em sala de aula ao uso das redes sociais. Contudo, os perfis das redes sociais podem ser estimulantes para a criação de personagens de novas histórias ou para descrever personagens. Deste modo, eles podem se tornar “amigos” nas redes sociais e interagir, de acordo com suas características e o enredo em questão.  

E foi isto mesmo que começamos a realizar na aula de português, do dia 18/04/2017, com nossos alunos do 7º ano A, do Colégio Evangélico Luz, onde leciono. Assim, realizamos a leitura de nosso livro texto, como de costume, sendo a primeira etapa de nosso trabalho.

Após tal feito, dividimos a turma de 16 alunos em duplas, sendo esta a segunda etapa. Neste momento, pudemos perceber o grau de euforia e curiosidade entre eles, ao qual se perguntarem o que iria ser realizado.
Como terceira etapa, explicamos que cada dupla escolheria um personagem dentro da história que já estávamos trabalhando em sala (O rei Arthur e a espada Excalibur).



Desta forma, como quarta etapa, as duplas deveriam escolher um dos personagens da história, tais como: Arthur, Uther Pendragon (pai de Arthur), Merlin, Sir Kay (irmão adotivo de Arthur) etc.

A quinta etapa foi o momento que explicamos o que de fato iríamos trabalhar. Explicamos que este trabalho seria em conjunto com a professora de história – com os elementos históricos do feudalismo - e o professor de informática, com a proposta de literatura e cibercultura – novos letramentos.

Os alunos receberam a proposta muito animados, não paravam de contar a parte mais emocionante da história e como eles dariam continuidade a trama.
Enfim, explicamos como seria realizado o trabalho, o qual seria dividido da seguinte maneira: em sala de aula faríamos as leituras da trama e na sala de informática realizaríamos os perfis das redes sociais – os quais seriam de grande estimulo à criação de uma continuidade a história já conhecida. Assim, novos personagens e novas histórias poderiam ser acrescentadas ao enredo original, porém, não deveriam perder o foco da trama verdadeira – que se passa na idade média, época onde havia o sistema feudal.



Em suma, com tal recurso tecnológico, os alunos poderão se tornar “amigos” nas redes sociais e interagir, de acordo com suas características e o enredo em questão, treinando a escrita, trabalhando a criatividade e criando gosto e prazer pela leitura.
Assim, a interdisciplinaridade poderá ser trabalhada, sendo a matéria de português aquela responsável pela apresentação do texto literário, o qual a matéria de história buscará contextualizar ao texto histórico e a matéria de informática fechará esse círculo, trazendo elementos virtuais e anexando os elementos trabalhados às redes sociais.   
Por conseguinte, podemos sim trabalhar de forma criativa com elementos que eram tão rígidos, tais como leitura e produção de textos. Contudo, pudemos perceber que a aprendizagem ocorreu de melhor forma do que se fosse feita de forma engessada, dentro de quatro paredes, sentados bem alinhados, um atrás do outro e, de preferência, em silêncio. Essa nova geração quebra esse paradigma ultrapassado da pedagogia dos anos 70, 80, 90... O mundo evolui, tudo evolui, até nós mesmos evoluímos e por que a educação tem que ser a mesma? 


Que possamos aprender a ser um pouco mais “maluquinhas”, como a Professora Muito Maluquinha, do livro do Ziraldo, e fazer uma educação renovadora e, contudo, atual.


 Em uma próxima postagem publicarei mais sobre este trabalho.